O PRODUTO

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A sustentabilidade é a capacidade de prosperar e se perpetuar no tempo.

Essa definição também pode ser usada para caracterizar a cerâmica. Afinal, a sua fabricação é a mais antiga das indústrias, tendo se iniciado de 10 a 15 mil anos atrás. Nossos antepassados usavam a cerâmica para armazenar água, alimentos e sementes, recursos essenciais para a sobrevivência do homem.

E, hoje, no momento em que o desenvolvimento sustentável ganha cada vez mais importância na agenda das pessoas, dos negócios e da sociedade, a cerâmica brasileira se destaca por seus atributos de sustentabilidade.

 

Atributos de sustentabilidade da cerâmica

A cerâmica brasileira apresenta qualidades que estão em conexão direta com a sustentabilidade.

A cerâmica tem uma vida útil de 50 anos, contra:

> 6 anos do carpete,

> 10 anos do piso vinílico e

> 15 anos do piso de madeira

fonte: University of Modena and Reggio Emilia, Comparative life cycle analysis (LCA) between different types of floor covering, 2012, citado por Cofindustria Ceramica

Selo da Qualidade

O Selo da Qualidade para Porcelanato está em total sintonia com a Iniciativa Anfacer + Sustentável.

Foi criado pela ANFACER com o objetivo de orientar clientes e consumidores sobre as características do porcelanato e diferenciar os produtos que atendam aos requisitos da norma ABNT NBR 15463.
Trata-se de um compromisso da ANFACER com a melhoria crescente da qualidade dos produtos cerâmicos oferecidos ao mercado nacional e internacional.

Conformidade setorial

Cerca de 90% da produção nacional de revestimento cerâmico é certificada no Sistema Nacional de Conformidade do Inmetro.

Trata-se de movimento apoiado pela ANFACER para alavancar a qualidade setorial e que se tornou um case em vista de ser um sistema de conformidade voluntário.
Para impulsionar a busca pela conformidade, o Centro Cerâmico do Brasil desempenha um papel estratégico. O CCB foi criado para desenvolver e implantar normas técnicas e certificar a qualidade dos produtos cerâmicos e dos sistemas de gestão. Além disso, o CCB atua como um centro tecnológico do setor de construção civil, contando com o LabCCB, laboratório que reúne equipe altamente qualificada, e o Núcleo de Inovação em Produtos e Design. Hoje, o CCB é uma referência mundial de controle, conformidade e ensaios laboratoriais, representando o Brasil na delegação da ISO TC 189. 

Manual de desempenho

A norma ABNT NBR 15575:2013 representa um marco para a construção civil brasileira na direção da conformidade técnica dos materiais, da qualidade das edificações e do respeito ao consumidor.

Tendo como pilares a segurança, a sustentabilidade e a habitabilidade, a norma engloba conceitos como vida útil, garantia legal, garantia certificada e prazos de garantia, bem como definiu as responsabilidades dos projetistas, dos construtores, dos incorporadores, dos fornecedores de produtos, contribuindo para a orientação dos consumidores e dos fornecedores, o embasamento de laudos técnicos e a fundamentação de decisões judiciais.
Para apoiar os seus associados no entendimento e no atendimento da Norma de Desempenho ABNT NBR 15575, a ANFACER criou o Manual Setorial de Desempenho, com o apoio do Centro Cerâmico do Brasil (CCB).
O Manual oferece um conjunto de dados, comprovações técnicas e ensaios laboratoriais alinhados com as exigências da norma na aplicação e no uso de pisos e vedações verticais nos sistemas construtivos, uma vez que o desempenho, os projetos e a especificação de materiais em edificações passam a ter uma enorme importância na definição da vida útil dos sistemas e componentes na edificação, impactando toda a cadeia de valor do setor de construção, os arquitetos, os engenheiros e os consumidores.

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Atributos de sustentabilidade da cerâmica

> Modularidade – a ampla variedade de formatos geométricos dos revestimentos cerâmicos permite trabalhar com a modularidade adequada do ambiente desejado, reduzindo cortes, perdas e geração de resíduos. 

> Aplicabilidade – a cerâmica serve para uma diversidade de aplicações: de revestimentos a acessórios, para uso em planejamento urbano, no interior ou no exterior de edificações. A variedade de formas, tipologias, cores e acabamentos permite instalações criativas e personalizadas, resultando em projetos que associam durabilidade e beleza.

> Durabilidade – além de ser resistente a condições climáticas extremas, a impacto de produtos químicos, fogo, água, umidade, mudanças de temperatura e raios UV, a cerâmica tem vida útil superior a 50 anos.

> Limpeza – a manutenção e a limpeza do revestimento cerâmico são simples e, na maioria das vezes, basta usar apenas água e produtos neutros. A fácil manutenção contribui para a redução de custos de consumo ao longo da vida útil do produto.

> Matriz energética – a indústria brasileira possui um parque fabril moderno, com grande eficiência energética e uso de gás natural. Na década de 1990, a indústria substituiu o óleo e o carvão pelo gás natural.

> Contribuição para a eficiência energética – as placas cerâmicas colaboram para o conforto térmico de uma edificação, além de serem próprias para sistemas de fachadas ventiladas, o que gera reduções de consumo de energia acima de 30% nas edificações. 

> Consumo de água – o consumo de água da indústria nacional é um dos mais reduzidos em comparação com outros produtores mundiais. No uso, a fácil limpeza também promove redução de consumo de água em seu ciclo de vida.

> Eficiência produtiva – as plantas fabris brasileiras têm alta eficiência produtiva, o que resulta em menor consumo de recursos naturais e menor geração de resíduos.

> Reciclável – as placas cerâmicas são materiais inertes, fabricados a partir de matérias-primas naturais e que não agridem à natureza no final do seu ciclo de vida. Além disso, a maioria das fábricas reutiliza todos seus resíduos como matéria-prima de volta no processo de fabricação. 

> Uso de resíduos – o mercado oferece placas cerâmicas que usam materiais reciclados, pré- e pós-consumo. Isso representa um benefício ambiental por conta da redução de resíduos sólidos. O setor tem cases de incorporação de resíduos de outros setores como louças, vidro, lâmpadas, entre outros.

> Zero alergênicos – diferentemente de outros revestimentos, a cerâmica é sólida e não promove meio de proliferação de ácaros, bactérias, fungos, mofo e outros alergênicos. Sua superfície de fácil limpeza colabora enormemente com esse aspecto.

> Zero COVs – a cerâmica é inorgânica, emitindo zero compostos orgânicos voláteis. Os COVs, emitidos por praticamente todos os outros tipos de piso, são gases nocivos que podem causar dores de cabeça, náuseas e irritação no nariz, olhos e garganta. 

> Zero formaldeído – as cerâmicas não contêm aglomerantes, comuns a outros revestimentos, como o formaldeído, geralmente encontrado em produtos que contêm painéis de fibras de densidade média, compensados e aglomerados. O formaldeído leva a um aumento da incidência de asma, particularmente em crianças e idosos.

> Zero PVC – a cerâmica é livre de PVC, uma resina usada em outros revestimentos para melhorar a flexibilidade mecânica e a estabilidade ao calor. O PVC contém oftalatos e organoestanhos, produtos cujo uso tem gerado preocupação e discussão entre os especialistas em saúde.

> Antiderrapante – há uma variedade de acabamentos antiderrapantes e texturas disponíveis para o revestimento cerâmico, tornando o produto uma opção para a segurança ao uso. 

> Resistente ao fogo – a cerâmica não é inflamável, o que significa que não produz fumaça em um incêndio, reduz a propagação de chamas, pois não queima e não libera fumaça tóxica.

> Responsabilidade – a indústria nacional reúne empresas comprometidas com a formalidade, o respeito às normas, às leis e aos regulamentos. As unidades fabris estão diretamente envolvidas na criação de valor compartilhado nas regiões em que atuam.